Ao falar ao
programa sobre os resultados do tratamento contra um câncer no peritônio
(membrana que recobre o abdômen) da apresentadora, o médico disse: “Os
exames de sangue acusavam uma regressão completa da doença. [Ela] teve
um ano inteiro, praticamente, de vida normal, com uma excelente
qualidade de vida.” Em 2011, no entanto, a doença voltou, fazendo o
quadro de Hebe piorar progressivamente.
O Fantástico
informou que Hebe havia decidido, cerca de um mês atrás, deixar o
hospital onde se tratava do câncer e voltar para casa. Depois de
mencionar a piora do estado de saúde de Hebe ao longo da última semana, o
programa noticiou que ela fez a opção junto com a família e a equipe
médica do Hospital Albert Einstein, em São Paulo, onde ela esteve
internada pela última vez, em agosto.
Hebe estava
com dificuldade para se alimentar – o que ela fazia por meio de sonda – e
os remédios contra a doença já não tinham o efeito desejado, mostrou a
reportagem. “No momento em que o hospital deixa de oferecer ao paciente
uma oportunidade de cura (...), não tem por que tirá-la do seu
conforto”, afirmou ao Fantástico o cardiologista de Hebe, Dante Senra.
“Foi montada uma estrutura dentro da residência dela, com médicos, com
enfermeiras e com todo o suporte que ela poderia eventualmente ter no
hospital.”
O médico
comentou sobre a condição da apresentadora na noite desta sexta-feira
(28), quando a viu pela última vez. “Ela já estava, infelizmente, muito
debilitada. O rim dela já mostrava sinal de falência.” Questionado se o
quadro indicava que a morte da apresentadora era “uma questão de horas”,
Senra respondeu: “Era uma questão irreversível”. Senra esteve com Hebe
todos os dias nas últimas duas semanas, informou o Fantástico. Hebe
morreu na madrugada de sábado, quando se preparava para dormir.
Fonte G1





